Segundo dados recentes divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), o planeta conta com 875,6 milhões de internautas.
No Brasil, embora os números tenham mais que duplicado entre 2000 e 2004, os 19 milhões de computadores existentes, significam que apenas 8,9% da população tem acesso às máquinas.
Faz parte da política pública da cidade de São Paulo a inclusão digital de todos seus cidadãos.
Estima-se que São Paulo seja:
Tem gente de todo o mundo aqui, pessoas que muitas vezes deixaram a sua terra para adotar São Paulo como nova pátria, e que ajudou e ajuda a construir a maior potência da América Latina.
É mais do que justo que a cidade dê a esses cidadãos o merecido reconhecimento.
O e-solidariedade foi criado para ser um ponto de encontro para essas comunidades que passam a ter um espaço democrático e solidário dentro da Internet. O objetivo é que, por meio de uma banco de dados, a pessoa ache compatriotas de sua província ou mesmo cidade. Com isso haverá não só a integração, como também a inevitável capacitação dos internautas, que acabam por trocar experiências havendo assim a disseminação de conhecimento.
O espaço será conduzido pela própria comunidade que terá, com o tempo, grupos não só de uma mesma cidade, mas também de países e de interesses. Um espaço para recados, fóruns de discussão e troca de informações.
A informática não deve ser vista como fria e distante. Essa grande rede de solidariedade prevê ainda que, num segundo momento, seja possível estender esses benefícios também para os migrantes.
O e-solidariedade é isso: mais uma prestação de serviço a quem tanto contribuiu e contribui com a cidade de São Paulo.