o projeto

e-solidariedade

Segundo dados recentes divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), o planeta conta com 875,6 milhões de internautas.

No Brasil, embora os números tenham mais que duplicado entre 2000 e 2004, os 19 milhões de computadores existentes, significam que apenas 8,9% da população tem acesso às máquinas.

Faz parte da política pública da cidade de São Paulo a inclusão digital de todos seus cidadãos.

Estima-se que São Paulo seja:

  • a terceira maior cidade italiana do mundo,
  • a maior cidade japonesa fora do Japão,
  • a terceira maior cidade libanesa fora do Líbano,
  • a maior cidade portuguesa fora de Portugal e
  • a maior cidade espanhola fora da Espanha.

Tem gente de todo o mundo aqui, pessoas que muitas vezes deixaram a sua terra para adotar São Paulo como nova pátria, e que ajudou e ajuda a construir a maior potência da América Latina.

É mais do que justo que a cidade dê a esses cidadãos o merecido reconhecimento.

O e-solidariedade foi criado para ser um ponto de encontro para essas comunidades que passam a ter um espaço democrático e solidário dentro da Internet. O objetivo é que, por meio de uma banco de dados, a pessoa ache compatriotas de sua província ou mesmo cidade. Com isso haverá não só a integração, como também a inevitável capacitação dos internautas, que acabam por trocar experiências havendo assim a disseminação de conhecimento.

O espaço será conduzido pela própria comunidade que terá, com o tempo, grupos não só de uma mesma cidade, mas também de países e de interesses. Um espaço para recados, fóruns de discussão e troca de informações.

A informática não deve ser vista como fria e distante. Essa grande rede de solidariedade prevê ainda que, num segundo momento, seja possível estender esses benefícios também para os migrantes.

O e-solidariedade é isso: mais uma prestação de serviço a quem tanto contribuiu e contribui com a cidade de São Paulo.